sábado, 25 de fevereiro de 2012

Objetivo do programa nuclear do Irã é “aniquilar Israel”

 
O governo do Irã continua insistindo que seu programa nuclear é pacífico por natureza, mas os líderes ocidentais estão ansiosos para que Teerã cumpra sua palavra e evite um conflito militar. No entanto, uma entrevista com a esposa do cientista que liderava o programa nuclear iraniano e foi morto recentemente, não deixa dúvidas sobre o assunto.

Bolouri Fatemeh Kashani, disse que seu marido Mostafa Ahmadi Behdast Roshan sempre deixou claro que o “objetivo final [do programa nuclear] era a aniquilação de Israel.”
Ela acrescentou: “Eu não sabia qual era o papel do meu marido. Ele não tinha um guarda-costas e andava onde queria. Sabia que meu marido se tornaria um mártir, mas não achava  que isso aconteceria tão cedo.”
Roshan era o responsável pelo  enriquecimento de urânio da usina de Natanz, uma das instalações mais importantes do programa nuclear iraniano. Possivelmente a pessoa mais indicada para mostrar que o Irã está planejando construir bombas atômicas.
Autoridades iranianas e a mídia têm acusado o Mossad, serviço secreto israelense, de estar por trás do carro-bomba que matou Roshan, enquanto ele ia para o trabalho. O presidente israelense, Shimon Peres negou que seu país estava envolvido.
Na quarta-feira (22), o chefe do exército israelense, o general Benny Gantz, reiterou que um Irã com armas nucleares é uma ameaça inaceitável para o Estado judeu. A revelação de Balouri Kashani que o marido estava trabalhando para acabar com Israel é apenas mais uma confirmação do que já se especula.
Em um documento recentemente publicado pelo aiatolá Ali Khamenei, estrategista-chefe e líder supremo da nação iraniana, ele afirma que “em nome de Alá, deve o Irã atacar Israel  em 2014. Todos os nossos problemas são devidos a Israel”.
O aiatolá Khamenei e, de modo especial, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad já declararam várias vezes que Israel era “um câncer” que devia ser removido do Oriente Médio.
Apesar de todas as evidências, os críticos de Israel continuam o acusando de manipular a situação para provocar outra “guerra sem sentido”.
Depois desse episódio,  Ali Khamenei e o governo iraniano passaram a esconder a identidade dos cientistas nucleares iranianos, temendo que algum deles possa ser o próximo “alvo” de Israel ou dos EUA.
Traduzido e adaptado de Israel Today e Ynet News

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Justiça do CE condena igreja a pagar R$ 100 mil a fiel chamada de adúltera


Publicado originalmente no G1 
Um pastor cearense e uma igreja evangélica foram condenados pela Justiça a indenizar em R$ 100 mil uma fiel chamada de ‘adúltera’ durante culto religioso.  A igreja terá de pagar R$ 50 mil e o pastor, a outra metade. “A injúria ocorreu dentro da igreja, perante fiéis, por isso o pastor e instituição foram condenados”, explica o advogado da mulher, Odécio Sousa Marques.  A decisão, em primeira instância, foi publicada no Diário da Justiça no dia 9 de agosto e é passível de recurso.
De acordo com os autos, o pastor teria cometido o crime de injúria em 2001 durante culto. Além de chamá-la de adúltera, o pastor afirmou que a mulher havia mantido relacionamento sexual com o próprio filho. A fiel entrou com uma ação na Justiça alegando que teve a “vida exposta à execração pública”, o que teria gerado danos morais.
O advogado do pastor, Enísio Gurgel, nega as acusações. “Meu cliente não declarou nada, isso é fruto de uma briga interna da igreja”, diz Gurgel. O advogado destaca ainda que a suposta acusação foi “criada” por um grupo de pastores da mesma igreja com o objetivo de denegrir seu cliente.
Gurgel afirma que tem provas de que as acusações foram “inventadas” e vai pedir o embargo da decisão. “Ela (a vencedora da causa em primeira instância) nem sequer ouviu nada do pastor, foi só um ‘disse que me disse’”, defende o advogado.
Na decisão, o juiz Carlos Alberto Sá da Silveira, da 6ª Vara Cível de Fortaleza, considerou que há provas dos crimes de injúria e difamação coletadas a partir de testemunhos de pessoas que teriam presenciado o fato. O juiz entendeu também que as provas produzidas em defesa do pastor são insuficientes para contrariar o argumento da fiel que se sentiu injuriada.
dica do Alexandre Melo Franco Bahia http://www.pavablog.com

A ministra e a ira dos religiosos

Ligia Martins de Almeida, no Observatório da Imprensa 
A ministra Eleonora Menecucci despertou a ira dos religiosos brasileiros – evangélicos e católicos – até mesmo antes de assumir a Secretaria de Política para Mulheres. E não foi por seu discurso de posse. Se houve culpa nessa história foi exclusivamente da imprensa – que apenas fez seu trabalho – ao lembrar que a nova ministra é a favor da descriminalização do aborto e, conforme entrevista à revista TPM, tem orgulho de ter uma filha gay.
O fato de a nova ministra ter dito que suas convicções pessoais deixam de ter importância ao assumir um ministério parece não ter convencido seus opositores. O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) convocou – na véspera da posse – a união da bancada evangélica para “combater a abortista que nomearam ministra”. Mas se o deputado limitou-se a falar de aborto, um bispo católico foi bem além. O presidente da Comissão da Vida da regional Sul 1 (São Paulo) CNBB, dom José Benedito Simão, foi muito pouco cristão em sua análise da nova ministra:
“É uma pessoa infeliz, mal-amada e irresponsável, que adotou uma postura contra o povo e em favor da morte. Recebo com muita indignação as palavras da nova ministra, cuja pasta tem uma grande responsabilidade em favor da vida da mulher. Ela é infeliz, mas ninguém precisa ficar sabendo. Seu discurso mostra que ela pode estar reabrindo feridas que estavam cicatrizando” (O Estado de S.Paulo, 11/02/2012).
E não parou por aí. Segundo o jornal, o bispo também reclamou das declarações da ministra sobre as preferências sexuais de sua filha, afirmando que ela “deveria tomar mais cuidado para dar mau exemplo para nossos adolescentes”.
Nenhum dos opositores da ministra quis saber de suas propostas de trabalho à frente da Secretaria, nem considerou que o tema aborto sequer foi mencionado no discurso de posse, quando Eleonora Menecucci declarou:
“O desafio do Ministério de Políticas para as Mulheres – no conjunto do governo – é de incidir em mudanças relativas à remuneração, à segurança social, à educação e cultura, à saúde, à partilha de responsabilidades profissionais e familiares, além da busca de paridade nos processos de decisão.”
A imprensa precisa ficar de olho
Como diz a matéria de Veja sobre a posse (12/02/2012):
“Eleonora assumiu um ministério de orçamento magro, mas nem por isso politicamente menos relevante – tanto que era cobiçado por parlamentares do PT. As reações à sua nomeação começaram cedo e foram violentas. A escolha da ministra pode ter tido um caráter simbólico, mas as brigas que ela promete causar já se mostram concretas.”
A imprensa vai ter um papel importante no acompanhamento do ministério de Eleonora. Enquanto ela se limitar a falar dos direitos femininos e da defesa das mais pobres, pode ser que nem seja notícia. Mas deveria ser, pois se o tema aborto entrar em pauta, evangélicos e católicos prometem muito barulho. Isso, apesar de a ministra ter declarado, em sua primeira entrevista coletiva, que o projeto relativo ao aborto não depende do Executivo. É o Congresso que vai decidir se muda ou não a lei já existente.
Mesmo que não diga mais uma palavra sobre a descriminalização do aborto, a ministra vai continuar na mira dos religiosos. A sua história de vida e a coragem de assumir suas convicções – políticas e sexuais – são motivos mais do que suficientes para deixar os conservadores irados. E talvez a verdadeira razão para os ataques. A imprensa precisa ficar de olho.
[Ligia Martins de Almeida é jornalista]
http://portugalimprensa.com/2012/02/14/a-ministra-e-a-ira-dos-religiosos/

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012


Tema: A Fé Perseverante
Leitura: Baseada em Hebreus 11.1-6

A fé deve ser à base de vida de todo cristão. Porém existem vários tipos de fé sendo praticada por muitos cristãos, o que os torna muitas vezes fracassados e frustrados, pois só existe um tipo de fé bíblica e correta.

Vamos analisar alguns tipos de fé e ver se enquadramos em algumas delas:

1- A fé natural: Esta é aquela fé que todo ser humano tem. Até mesmo o ímpio tem este tipo de fé. Por exemplo: todos creêm que o sol nascerá amanhã. Este tipo de fé não serve para nos aproximar de Deus. Precisamos crer no sobrenatural.

2- A fé no pastor: Este tipo de fé está enraizado na pessoa e não em Deus. Do tipo: “Se o pastor fulano orar por mim eu serei curado".

3- A fé na religião: Crê que esta ou aquela igreja é que tem poder.

4- A fé ritualística: É aquela que precisa de ritual para o milagre acontecer, como: "Se eu beber água ungida serei curado ou se eu orar ajoelhado Deus vai me ouvir mais rápido ou se eu usar a fitinha de Israel na mão direita vou arrumar um emprego" , etc.

5- A fé infantil: O apostolo Paulo nos adverte não sejais como meninos... Efésios 4.14. Existe cristão que acredita em tudo o que ouvem, não conseguem discernir entre a vontade de Deus e a vontade carnal, não conseguem esperar o tempo de Deus em suas vidas e fazem biquinho quando as coisas não acontecem.

6- A fé consumista: Esta é a fé daqueles que só querem receber a benção, só conhecem a mão de Deus. Veêm a igreja como se fosse um grande shopping.

7- A fé emotiva ou empolgada: Esta é a fé daqueles que quando ouvem uma pregação de incentivo saem da igreja profetizando até contra o inferno, porém dois dias depois já estão desanimados e não creêm mais.

8- A fé perseverante: Está é a fé correta, É a fé daqueles que conhecem a Deus verdadeiramente. É a fé de Hebreus 11.1. Devemos buscar a Deus pelo que Ele é e não pelo que poderá nos oferecer. Esta é a fé de Ananias, Misael e Azarias (Sadraque, Mesaque e Abdenego) – Daniel 3.17,18, Que disseram ao rei Nabucodonosor: "Se o nosso Deus quiser, Ele pode nos salvar, porém se Ele não nos livrar, continuaremos servindo a Ele do mesmo jeito”.

Estamos vivendo dias difíceis, em que precisamos mostrar uma fé perseverante para o mundo perdido. Muitas vezes ficamos frustrados e deprimidos porque não estamos crendo de maneira correta.

Vamos praticar uma fé inabalável e perseverante e com certeza teremos vitória e seremos mais do que vencedores.